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UMA VISÃO “GEOGRÁFICA” DO NOVO “NOVO ENEM”

UMA VISÃO “GEOGRÁFICA” DO NOVO “NOVO ENEM”

“Temas clássicos da Geografia Física, Questão Ambiental, características da População e Meio Urbano, a questão agrária sempre farão parte do rol de temas levantados”.

Nos últimos três exames nacionais do ensino médio, assistimos a uma tendência da banca examinadora em promover uma avaliação da área das ciências humanas com um “rosto”, um “perfi l”, muito bem delineado entre competências e habilidades.

O formato da prova manteve uma coerência nas últimas provas, bem como o nível das abordagens.

Provas bem estruturadas e pautadas pelo primor da relação entre textos, imagens, gráfi cos com comando e distratores.

As argumentações foram claras, tal como a linguagem utilizada.

Os textos bem escolhidos usam um grau de difi culdade nobre quanto ao emprego do vocabulário, mas mantêm-se totalmente fi el ao seu conteúdo acadêmico.

Nossa aposta é na coerência em tratar deste exame com as mesmas linhas de pensamento e técnica desenvolvidas nas últimas provas, afi nal, não existe, à primeira vista, motivos para alterar um trabalho que se aprimorou com grande êxito nas últimas edições.

 As Ciências Humanas trabalham temas que transversalizam as diferentes disciplinas, como História e Geografia, mas também não deixa de cobrar as questões denominadas “puras”.

O que é do campo da Geografia a este permaneceu sem deixar dúvidas nas suas abordagens.

No entanto, o universo de temas a serem abordados está muito longe de ser esgotado, uma vez que o Novo Enem é um exame praticamente recém-nascido, com poucas provas aplicadas e questões em número bem limitado.

Ano após ano, a variedade de temas vem se multiplicando, já que a dinâmica inerente a esta área de conhecimento se perfaz diariamente, mas é possível sinalizar, com certeza, que temas clássicos da Geografia Física,

Questão Ambiental, características da População e Meio Urbano, além das tradicionais abordagens sobre a questão agrária e processos de desenvolvimento político e econômico através da história, sempre farão parte do rol de temas levantados.

Não se viu nas edições anteriores uma prova tendenciosa a uma ou duas temáticas.

A variedade na abordagem dos temas foi revelada em cada prova, repetindo um tema em duas questões, no máximo.

Foi-se o tempo em que estudar para prova de Ciências Humanas era decorar nomes, datas e capitais, as provas de “exelência” dos exames de ingresso não fazem mais questões nesse formato.

A tendência agora é explorar o contexto.

Antes de qualquer interpelação, o candidato deve se lembrar que a prova exige conteúdo teórico em todas, absolutamente todas, as questões, afastando qualquer ideia de “chute”.

Por isso, jamais menospreze as informações “savoir-faire” de cada módulo de estudo, quanto menos se “desplugue” dos temas cotidianos ligados a este bagagem teórica que se acumula desde o ensino fundamental.

Porém, contextualizar estas informações e tratá-las como processos do conhecimento é de lei, sob a pena mais tradicional do candidato ler os distratores e enxergar dois ou três itens com igualdade assertiva.

Sentimento comum na hora da leitura inicial da questão, mesmo entre os mais competentes candidatos.

O que não é mistério para nenhum educando é uma bagagem de leitura que galga do cotidiano leigo ao acadêmico de base epistemológica.

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1 comentário em “UMA VISÃO “GEOGRÁFICA” DO NOVO “NOVO ENEM””

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