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É Barsa e não Balsa, sabia?

É Barsa e não Balsa, sabia?

Por muito tempo, a coleção da enciclopédia Barsa era esnobada nas estantes das casas de muitas pessoas.

Puro sinal de cultura, apreço pela leitura e pelo conhecimento.

Os “vendedores de Barsa” viajavam pelo Brasil inteiro, levando conhecimento aos mais distantes lugares.

Comprar a coleção completa com mais de 10 mil páginas era sinal de boa condição financeira e preocupação com os estudos.

Adquirir a Barsa era tido como um investimento. Era a expressão máxima do acesso ao conhecimento.

A Barsa representa muito bem o que foi a evolução da educação. Uma coletânea de livros, passada de geração para geração, como fonte máxima do conhecimento a nível escolar.

Aquela informação, estática, imutável, permanecia para sempre como fonte de pesquisa e conhecimento.

Nos dias de hoje, em apenas 1 minuto, são feitas 3,5 milhões de pesquisas em um único site de buscas. No YT são vistos 4,1 milhões de vídeos em 60 segundos.

O mundo está em permanente movimento, repleto de troca de informações e com geração de conteúdo infinita.

Segundo um educador americano, “praticamente tudo que alguém ensina, ou aprende, já está disponível no YouTube”. De graça

Nos últimos 10 anos, mudamos a maneira de nos comunicar, de transporte, de viajar, assistir a filmes, de ouvir música e de ler notícias e livros.

Tudo mudou, más a educação não mudou.

Continuamos no mesmo modelo educacional que fez da Barsa um ícone do conhecimento.

A Barsa já acabou, mas ainda continuamos atrelados a um modelo de educação criado há mais de 2 séculos.

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As crianças e jovens de hoje são expostos a uma quantidade quase infinita de informação desde muito cedo. E, diferente da Barsa, não é uma informação estática, é algo vivo que se modifica e se transforma, com diversos pontos de vista, interpretações e contrapontos.

A educação tradicional, assim como a Barsa, cumpriu seu papel até aqui. Mas é hora de começarmos a explorar mais as habilidades dos indivíduos, em vez de formar alunos em linha de produção.

Necessitamos de mais contexto e menos controle. Precisamos de mais aprendizagem e menos ensino.

E as novas tecnologias, surgidas nas últimas décadas, nos abrem as portas para isso. A Inteligência artificial já nos ajuda a criar trilhas personalizadas de aprendizagem.

A realidade virtual torna palpável aquilo que antes era expresso apenas por palavras. As plataformas de vídeo levam conteúdo de qualidade para qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo.

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A tecnologia democratizou o conhecimento. Tornou barato o que era caro e pouco acessível. Nos deu a chance de aprender – como a Barsa fazia – e nos permitiu desaprender e reaprender inúmeras vezes, coisa que as mais de 10 mil páginas impressas jamais faria.

E o futuro da Educação passa pelas EdTechs, empresas de base tecnológica que estão causando a revolução nas escolas, universidades e, inclusive, nas empresas por meio da educação corporativa.

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